Artigo
O padre nosso dos prisioneiros francezes
Justiça e ordem públicaReligiãoCrimes
Padre nosso, Napoleão III, que não estais no ceu, mas na Prússia, o que é muito differente, cujo nome desapparece como o vosso reinado, para sempre extincto, e cuja vontade está desterrada, assim na terra como no ceu. Devolve-nos o dinheiro que nos roubastes nos duzentos e sessenta e oito ultimos dias, e que a razão de 1.100:000 fr. diarios, representam o modesto total de 297.800:000 francos. Perdoa-nos o dia 4 de setembro, assim como vos perdoamos o vosso reinado, não intentei [ilegível] sob o peso dos enormes fundos secretos e salvae-nos da vossa cobarde e indigna pessoa, sem esquecer o vosso sequito, quasi tão miserável como a vossa pessoa. Amen.