Santa Clara de Saboya, 28 de janeiro de 1879. Sr. redactor
Hei estranhado o longo silencio do sr. Florencio Estevão Coelho. Porque será que depois d’uma communicação em resposta áquella em que elle tão sobriamente me calumniava desapareceu do campo para onde, com tanto arrega nho, me havia provocado? Ah! já sei, é porque teve que tendo eu empunhado o azorrague, o fustigue como merece; mas não, não tenha receio que o seu castigo hade ser outro; hade ser o das creanças incorregiveis, a palmatória. — Hei de dar-lhe muitos belinhos, fique certo, protesto não o deixar em quanto as nossas contas não estiverem totalmente saldadas. Se morreu, a terra lhe seja leve, e se ainda vive, saia do covil onde (conto coelho) se acoitou, e não tema que o limpe ao sudario de suas miserias; continua a provocar mu? Mas não que os cobardes são sempre assim: atacam e fogem.