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Turim, 4.—O jornal Opinione diz que as negociações com Roma são de um exito improvavel, porque o partido ultramontano contraria as negociações. Bruxellas, 4.—O rei Leopoldo não está bom. Alger.—Napoleão chegou, sendo recebido com grande enthusiasmo. Bruxellas, 3.—O rei Leopoldo continua mal. Turim, 5.—A circular do ministro do interior explica os motivos da retirada do projecto das corporações religiosas. Disse o governo que apresentaria um projecto relativamente á missão de Vegezzi, e que não abandonaria os principios fundamentaes do estado. Vegezzi e o principe Humberto chegaram. Argel, 8.—O imperador na sua proclamação aos habitantes de Argelia diz: «Vim pessoalmente conhecer os vossos intuitos e assegurar-vos da protecção da metropole. Affeiçôo-vos á terra que cultivais como se fosse a vossa patria. Aqui devemos exercer a soberania porque somos homens mais civilizados. Justifiquemos os actos gloriosos de um dos meus predecessores que arvorando aqui a bandeira da França e a cruz, symbolisava ao mesmo tempo a civilisação por meio da paz e da caridade.» Paris, 8.—A imperatriz mandou á viuva Lincoln uma carta de pezames. Nova York, 25.—O gabinete de Washington desapprovou as treguas concedidas pelo general Sherman com o fim de negociar uma amnistia a favor de todos os exercitos confederados. Sheridan cortou a retirada ao general confederado Johnston. O ministro da guerra recebeu informações de que o assassinio de Lincoln fora organisado no Canadá e approvado em Richmond. Londres, 9.—O projecto de reforma eleitoral foi rejeitado por 288 votos contra 214.