Artigo
A’s mulheres choram quando e quanto querem
Arqueologia e patrimónioSociedade e vida quotidianaEpigrafiaFalecimentos
Sem offensa aos delicados sentimentos (...) N’uma villa do Algarve fallecera um indivíduo (...) Uma comadre (...) foi procurar a consternada viuva, munida (...) da respectiva affilhada, advertindo previamente a esta que não chorasse senão quando a ouvisse pronunciar um sentido—ai sr.ª comadre! (...) a mãe tendo quasi subido a immensa escadaria (...) tenteia mal um degrau e cila ahi vai (...) explicando que a pequena chorava pelo seu querido padrinho (...) avisado o saco! Advertimos, porem, que a mãe (...) moida pelo reboque (...) foi-lhe muito facil e natural chorar realmente (...) Ora digam lá que não é verdadeira a epigraphe que apresenta a noticia...