No dia 29 de manhã apresentaram
se aos generaes marquezes duque de Havana os indivíduos da junta revolucionaria de Madrid os srs. Madoz, Cantero, Roberts, Olozaga (D. José) Rivero, D. Nicolas e outros. Estes excitavam os generaes Concha a que, dadas as circumstancias, resignassem o governo deixando de prolongar uma lucta completamente esteril e que podia ser sanguinolenta. O marquez d’Havana respondeu que muito antes da junta se apresentar, tinha dado a sua demissão. Os membros da junta manifestaram o seu desejo de que o governo de Madrid se confiasse aos generaes Serrano e Prim; e os generaes Concha responderam que não queriam senão conservar a ordem para confial-o aos vencedores, concluindo por sollicitar os membros da junta que os ajudassem na importante tarefa de conservar a tranquillidade publica, para a qual bastariam só algumas horas, as necessarias para que chegassem a Madrid os caudilhos de Cadiz e Sevilha. Com isto, os membros da junta que viram realisado o seu desejo, retiraram-se satisfeitos e dispostos a coadjuvar a empreza de que a revolução se leve ao fim sem se verterem lagrimas nem sangue. A junta publicou o seguinte: Mendizabal foi o homem da nossa regeneração e revolução. Nada mais natural que a junta provisoria decrete: Artigo unico:—No dia de amanhã começarão os trabalhos para collocar na praça do progresso a estatua do memoravel Mendizabal, estatua paga pelo sentimento liberal e cuja collocação impediu á ingratidão e a deslealdade. Madrid 30 de setembro de 1868.