Voltar ao arquivo
Artigo

Últimas palavras d’alguns homens celebres

Cultura e espectáculoEducacção e instruçãoExércitoMeteorologia e fenómenos naturaisSociedade e vida quotidianaMovimentos de tropasPobres e esmolas
Washington · Estados Unidos · Reino Unido Exterior / internacional

Acabou-se a comedia.—Augusto. É’ esta a vossa fidelidade?—Neron. Estes frades! Estes frades! Estes frades!—Henrique 5.º Entre tuas mãos, Senhor, ponho a minha alma.—Tasso. Todo o meu reino dou por um minuto mais.—Isabel rainha d’Inglaterra. Em minhas mãos não ha sangue.—Frederico 5.º A morto, não é mais que isto?—Jorge 4.º Deixai-me ouvir mais uma vez esses sons que por tanto tempo tem sido a minha consolação e alegria.—Mozart. Estou salvo.—Cromwel. Deus vos bem diga minha amiga.—O doutor Johnson. Que! o inimigo foge?—morro satisfeito.—O general Wolf. Põe-te sério.—Grocio. A artéria já não bate.—Haller. Todos vamos para o ceo, e Wan-Dick vem comnosco.—O pintor Gainsborough. Dá uma cadeira a Dayndles.—Chesterfielo. Está bem.—Washington. Deixem-me morrer ao som da musica.—Mirabeau. Não deixes sem comer, o pobre Kelly—Carlos 2.º de Inglaterra. Liberdade para todos.—Adams. Sempre melhor, sempre mais tranquilo.—Schiler. Amo a Deus, meu pai e a liberdade.—Mad. Stael. Cabeça do exercito.—Napoleão. Chegou o momento de dormir.—Byron. Aperta-me a mão, meu amigo, que morro.—Alfieri. Sinto-me como se nada tivera passado.—Walter Scott. Deixai entrar a luz.—Goethe. Está perfeitamente.—Wielington. Tornaremos a ver-nos—Lammenais.