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Algarve · Bragança · Évora · Ficalho · Portugal Igreja · Interpretacção incerta

Regeitaram a arrematação do real d’agua os srs. marquezes de Ficalho, de Fronteira, de Monfalim, de Vallada e de Vianna, condes dos Arcos, de Avillez, de Bomfim, de Cabral, de Farrobo, da Fonte Nova, de Gouveia, da Torre, da Ribeira e de Valbom, viscondes de Alves de Sá, da Borralha, de Chancelleiros, do Seixal e de Silva Carvalho, barão de Ancede, Ornellas, Mello e Carvalho, Couto Monteiro, Fontes, Sampaio, Sousa Barjona, Barreiros, Margaride, Corrêa, Trigueiros Martel, Lourenço da Luz, Camara Leme, Ferreira de Novaes, Palmeirim e Vaz Preto. Approvaram a arrematação do real d’agua os srs. Martens Ferrão, duques de Avila e Palmella, marquez de Sabugosa, cardeal patriarcha, arcebispo de Evora, bispo eleito do Algarve, condes do Bretiande, de Castro, Linhares, Paraty, do Rio Maior, bispo de Bragança, viscondes de Borges de Castro, de S. Januario, de Ovar, de Portocarrero e de Villa Maior, Quaresma, Sousa Pinto, Barros e Sá, Mello Saldanha, Costa Lobo, Eugenio de Almeida, Sequeira Pinto, Mendonça Cortes, Braamcamp, Baptista de Andrade, Mello Gouveia, Costa Cardoso, Mexia Salema, Baião Mattoso, Luiz de Campos, Daun Lorena, Castro Guimarães, Seixas, Francisco Mathias de Carvalho, Miguel do Canto, Miguel Osorio, Placido de Abreu, Sebastião Calheiros, Thomaz de Carvalho, Ferrer, Seiça, Vasconcellos Coutinho, Xavier da Silva e Palmeirim. E para obter uma maioria de 10 votos fez o governo uma fornada de 26 pares, mandou vir á camara as mulinhas, os ministeriaes de todos os ministerios, e abraçou-se com a heresia graúda que, não tendo assistido á discussão, nem talvez lido o projecto, entendeu que podia em boa consciencia evangelica dotar o paiz com a arrematação por grosso do real d’agua. Dez votos de maioria!