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Artigo

MARGARIDA (La dame aux camélias)

Economia e comércioComércio local

Moldada ao bem nasci; mas debil planta Verguei do vicio ao sopro pestilente Dentre o vicio porem minha alma crente Castos hymnos a Deus, saudosa, canta Quando um mentido affecto amor levanta N’um frágil coração inexperiente D’elles a culpa é toda, uma innocente Não consulta a razão, razoes supplanta Cahi, verguei, Senhor; já pervertida Graças, beijos, vendi, vendi belteza,... Triste commercio de mulher perdida.... Mas oh! Deus do amor!.... foi só fraqueza! De ímpias mãos me livrae.. tirai-me a vida! Alcance-me o perdão mortal tristeza! J. D.