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Em 21 setembro dizem-nos desta villa: A independencia nacional, os projectos do sr. ministro do reino e a união ibérica, são os Ires pontos abrigados á conversação dos homeu$ líberaes d‘esla villa. Uns propor os meios mds fáceis de sahirmos dos apuros em que nos achamos. Outros discutem, os projectos e outros final? mente apresentam com ar ameaçador os inconvenientes que iraz comaigo a união ibérica. Eu sempre mc lenho mostrado imparcial na$- tas questões que apresentam muitos espinhos, o por isso GfnílLu sempre a minha opinião quando se toca em mal cri as ta es; por exemplo: — a memorável divisão do campo de Gamos em B-t- ranços. A proponto do campo de G inw vou referir $ mesma interrogação quo ha poucos dias me fez de ali um amigo: •—Porque serão alguns pmjtregados publicas contemplados nfaquvlia partilha e outros não T A minha resposta'foi faríi: Porque os artigos 10, H. ^2 e 51, do ^ndigp civil, ficam sein tdfaiiu. Chegou ante boutem «quí uma farpa de 20 pra* ças, cummandadã pelo sr. ««pilão Barbosa,’qqa sc dirigii a Barrancos. 0 1,° aetor D. Man id Fmizon, de passagem para Ilespinha, viu-se obrigado a deter-se e^ Barrancos por falta de s^ude. Desejamos que este exímio actur. que tantos applausus lem merecido nus principies Uiedrup da nossa província, e cujo nome se l* m distinguido nos nossos jornaes íncktsivamcnta no Bajense^ que Lam alto elogio lhe tributou mdn fc? \vc interpretação, que fez no diflicil papel de Ro* meiro. no dram porluguez —Frui Luiz de Suo? si, se restabeleça com brevidade, o que continue a dar alguns mwnwitas agradáveis aos povo i de Barrancos pósto que nos dizem que v to ao Algarve em direcção a Villa Real dc Santo Antônio, Foi nos princípios de 67, que eu Uva o g^ste dc presenciar em M uUe-mor-o-X jvu, os infinir tosapplausos qwo^areeeu d^ este pney * Xtor. / * *