Aljustrel 30 de setembro de 1868
Sr. redactor — R ‘go~ihc o especial ahscquio de dar cabida no seu arrediUdo jo nd ás seguintes pergimhk: Pe'gunta-se ao sr. J. Pacheco do Resende porq te mplivo (bsprdio da mípa o c^rpin- b ifo Silvestre Puirriio e o admittio ag^ra, quando o iudienu n rHe, ao pai* o mestre José Pedro sapal-iro, e ao irmão o mestre J láé Parreira famh m s^uat im, para h- zerem o saerificio de irem a Bep dejor a íávnr lio sr. Rrz n h', r/um celebre pro- resso qti • s. s/ para ahi Um imagmudo? A Rspos*a ib sr. Rezende a e4a per gunta duve satisfazer a bicUs, porque não ha de querer (hir inativo a que se diga, qne por admiUir imviunente na mina um; aprendiz de carpinteiro qu3 jô linha desp edo, apanhou a seu favor tpda^aquel- la cirntiTa. Perguntais** miís ao Sr. Rrzendc quem bi oflLrvc^r dinheiro a um indivíduo des ta vi lia, e pO” mandado do quem, para elle ser U^temunbn a favor do sr. Rezon- de, introduzindo iKsim a con opção que até agora era d ôsooiilúcida d su b nn povo? Mais se pergunta ao sr. Rezcinle qm-m alugou os carros para conduzir as tesle- miiiihas a essa cidade? P^Tgimta-se mais ao sr. Rezende, quem fórnecHí ás b Rb muíihas os comes e hebes par» ii jornada? A todas í^tiK pTgunUs deve s. s? dar resposlíi cathegoiira, o depois continuará o De v. etc. Um dos estúpidos.
Odemira 16 de setembro. Sr. redactor
É verdade, corno diz o Ulustrado correspondente de Odt mi rs. Ser o seu jurnM sobre mim-ira apetecido e desejado nesta villa. todos mw on menos, tem interesse em ler o Itejeifse, porque esperam ahi encontiar algum timo brinde que lhe dirija o muito alio, muito subido e d- seuminuiial selvagem, que assumindo o hmiroso encargo de noticiarista de Odemira tem insúhadu-so a si, descompondo es outros» que por nojo das ma se lias lhes não tem mmdado deitar a trave e robuço/. . Inf lizmente üão tenho vsUdo a par das ophmas imiichs que tem causado a indignação geral de Od inim, esta fMta é devi la a nàu ser assiguante do Rejense. Consijeie-ipe pois v. d‘aqui para u fnlu- i ru como tal, esperando alem d‘ísso qua se digne dar publicidade a esta carta, a fim de que o nubie noticia ris la conte no n." dos seus admiradores mais este que sc assigna De v. etc. João Alves da Costa.
Mertola 23 de setembro de 1868: Sr. redactor
Economia e comércioExércitoMeteorologia e fenómenos naturaisMunicípio e administracção localSociedade e vida quotidianaAgriculturaBeneficênciaCostumes e hábitosReformas
^ i é possível descobrir - qnal o fundamento de tantas e tão grandes; desconfianças da perda da nossa inJepen- I dencia. Começou a fullar-se ba tempos n esta histeria, e encaixou-sc na cabeça de muita gente que estamos perdidos l Eu creio tudo isto uma invenção para conseguir alguns fins fhlvez militar para acalmar o reboliço que vae sobre reformas rlc.) E se ha probabilidade dambiçãotonquiMidora; se conhecem perigo; se devisam simpto- mas claros ou aproximados des&s desejos, na dinastia de Isabel II, coufesseaMio, e comecem a dizer minuciosamente o que $ souberem* Dêem a raxuu do seu dito ao povo portuguez, que Leni direito para sabel-o. Se nada existe; senão ha aproximados visos de lai ambição; se tudo sàu presum- pçòea, ou sonhadas mentiras, para que alannam o povo? Aqui ha indubitavelmente misteriosos fins! A imprensa, ou de boa fé vac ihudida, ou sonha e publica informações erradas* Verdade nàu a pôde haver, por agora, e suspeitas tão graunao se deviam propalar, nem lembrar o que estava certíssi- mamente esquecido. Isabel II n3o qu i ier rainha de Portugal, e nem pintada os hizilanos a acceitariam. D. Luiz I não pôde reinar na Hei- punha. Otítm dynastía não 6 crivei nem admissível. Pch menos e Wso o caracter das cousas, que a política rotineira nos enchia E então para que é espantos sem fundamento? Ha por ventura alguma rir- cumM ancia que caracterize o facto que ifuns poucos de séculos sCnao tem conseguido? Cremos que não. Repetimos: Cautella pois, nào andem per aqui invenções militares, paia sustentar posições ameaçadas; geiicr/dMos, promoções ,etçM etc.,Seria malvadez imperdoável fazer augmuilar-nos de pexas* quando mais carecemos de reformas e vçQnGmiíLS. Pois é incrivd que a ILspanlia, ardendo cmim < ^á em intestinas rivalidade* políticas cogite em conquistar unia nàção «nrga, e q m sobre modo semph» lhe lewi servido de amparo ? Pr i' n íncl ito a nossa antiga aliada— inimiga da IL spanbn, lendo como tem cm Portugal capitars fabulosos, interessa* de máximo valor: estabelecimentos connner- ciaes importantes!mos lunhi consentir, de braços crusudos, na n< ssa <li|Ae<WÇüd ?— Puis que interesses cjnam A França pela nossa aimexaçJlo n He^panlm ? E a Italia ajudai ia os heqnnihoes a cun- qubt r o throno da filha dü3 Victor Ma- mH ? k Quê reboliço enlào é ^^* T» medes, que disparates ?—Socegaç » JM va* ü tempo dos tòbi$-honuwa; das .fo^ Jq ou. tro mundo, e em summ ,a dj papões, Se por tal infâmi^/t uyia se desse um álerta (!) o que* oHo cremos, cada portuguez tomaria á Mia conta 10 h spanhoes e Portugal não se acharia só no campo da batalha. Coragem portanto. Nada de fantasiar a conquista. Pensem no que h m geito; mas não lembram o que imo existe. Não ha portanto fundamento para alarmos, e não cremos qmí algum p irluguez, por mais desnaturado, ambiciono a nos^a escravidão. Cã estamos nas balizas andaluzas extremando com U^panha boa parte dTesta concelho, (ilidido por Chatea e pelo Guadiana, rindo-tm dos .su4<H que sonham lã para Lisboa* e não krenjus dmijo em rei- terar com Bueage: «Rotos papeis de traça salpicadas «Tradições qiíitsi sempre ‘Tienl irosas «Contos de velhas sobro acções gloriosas «Que foram pelos godos inventado*. Lm lavrador.
Mertola 12 de setembro de 1868. Sr. redactor*
Religião
E aiitichil e até vergonhosa a linguagem desenfreada e impuden* le de que una e abusa, uo publico, certa classe de famílias d'esta terra, siwgularisan- do-se o plebentno ébrio e víausamente u- Uazado. Estamos vendo mães chamarem a seus proprios filhos nomes cujo sentido, se fosse real, a elhs cabia descura e descrédi- to, ainda que a vergonha lhe não córe a face. Os homens fazem o mesmo diante não só dós íhhus, senão em publico, e quantas vezes sem reparo a cdade, sexo ou condi- ção* Assim vão os filhos seguindo as pisadas patenws* que vergonhoso é ouviL os faltar na bi iuca, u uu& svus ojotemaUns jiivuim. lia pues e mães que não corrigem os filhos, e nem ôo menos os reprehendem do i^o das suas deshonestas expressões: e i muitos ha taitbem qye no despontar da vi- da inuocunle dos filhos*—no ensino daspri- meirus palavras da língua lhe vão mistu- rando jueosos vocábulos que a decencia educadora religiosamente mandi calar. Assim se ouvem crcancinhas no começo da vida, dirigirem a seus eguaes palavras impudicas, que divertem os desmoralisfl^i .mas que envergonham a gente seria—pa- lavras vedadas pelas leis da docência, e es- tranhadas nos povos aoude a moral tem a lugar prccisameiite reclamado pela s^ciedo* de educada. Pedimos portanto ás authmirlaJes civis c mesmo t^ksiasLicas, cooperem para re- primir este deseíifreamcnlo, repreenden- do qü castigando os adultos; e fazendo pe- zar sobre os chefes de hmília a responsa- bilidade da indecente linguagem de seus ÜlhoSe Aos professo:es incumbe o mesmo dr- ver de moralizar as creanças, e reprimir- Jhc os erros, Se assim o não fizerem não esperem um futuro, de paes, filhos, espoas eeousequen- IcmeiHe de cidadãos morahsados e ob -di- ente^ p<»npie o vicio da ebriedade cresce: a maledicência augmenta; a eivihsução dos povos pai alisa; e avim a força moral da autlioridade fraqueja indubitavelmente, e urn futuro pouco lisongeiro a todos os respeitos será 0 legado da nossa posleri- dade. dado. Mertola 12 do 9 0 L. S. do Guadiana,
Exterior O general nç^la Concha rem
Acidentes e sinistrosExércitoJustiça e ordem públicaMunicípio e administracção localTransportes e comunicaçõesExplosõesHomicídiosIncêndiosMovimentos de tropasNaufrágiosNavegacçãoObras de infraestruturaPartidasPontes
tru a Madrid o seguinte tpkgranHnu que pub!;- ca a Gazeia de gi: Santander, 21 de setembro ^ 1868, ás 8 horas e 35 ininuL^ da noite.—Ile- pois de seis horas de deputado combate, com perdas Msbjqle sensíveis, (rho-me ha uma num i/usta cidade, tendo repelu* do todas as tropas qne a orcupavam. A maior parle dos paisanos com prometi i dos embarcaram eiQ navios mercantes que tinham embargado & fizeram-se ao mar levando cnmdgo os fundos do tbê^Guru. As tropas de todas as armas ço.rqiriram lealmente o sou dever. Concha deu a d^mi^ãa, sendo chàm r- do Pesuela, conds de Chestc, pari o suhs- fituir A i <te re^peilo, dizem-nos de Madii- d um carta particularque o míBÍmenln não tardaria a rebentai em vinte e quatro ho- ras Caionge que devia ataèaT S mtona de- pois de expeli ir os no oh usos de Santan- der, íeluou para VaJhdidilL Aleóy, ondê perau.nêcern hs revnll^ò^ defende-se energicamente. Bejur Wrtifica- se; Pin OJedo e VfiLuciíu angme^aiii ás partidas de insurgentes. Em Tanagona desi mbai catam !:200 subh*\ai]o$. Park das forças de Nêvaliche^ abando- r^ram^n^; pediu snccorro no titi 27 e fak laram-lhe rações. Diz-se que depois de re- ceber novos auxílios é que eiaprebendeu o combate. Madrid revolucionou-se na manhã de 29; o povo fraUruisuii ct m a tropa, se cliegan lo a d imperar um tiro. Está funecio- naudo a junta que se organison iminediu- lamente. O presidente da junta revolucionaria de Madrid é o. general Rot de Olano. A batalha foi na ponte de Alcoiea (a 4 logo as de Ordova). Duas vezes os realistas atacaram a ponie e foram sempre rcpellidos. Ficou gravemente ferido o mar* queu de Novaliches. Consta que no dia 28 á cóite chegâ-ra a Lisboa o commandanle de cavallaria, duque de Tetuan, sobrinho de 0’Donnel, Intentava reunir-se com Serrano por mar Demorou^se occulto dois dias e partiu lioub m para Badajoz a pôr-se á testa da IvvUuçUO. Prim é victoriudo por toda a parte; desembarcou cm Tarragooa e seguiu para Reus* Em Alic&nta, a fortaleza fez fogo sobre a população sublevada. Em Valência, o capitão ganem! foi assassinado e arrastado pelas ruas pelo povo enfurecido. A cidade de Burgos (Castella-a-Vu!ha) pronunciou-se bontem á noute pelos insurgentas, depois de um serio combate, que durou cinco horas. As auctoridadsM fugiram, Não sc commetterpm excessos. 1 Revoltou-se a cidade Badajoz, f»rman- dose junta prowsuria. Na praça de S. João era grande o ajun-. lamento, e giituva-sc viva Prim! As anetnridades e alguma das famílias mais priitcipaes da terra refugiaram*so em El yaS, A minha está em Pau (França).
HerriV
Diz o Diário popular que- o diga* cpmnjissarii) du» eslmkH, ncuc dhtricto, o sr, dr. Jo*é Tesreira Lhna, fui agradai» cum o habiio <1a CufK-eicnfb
Rectificação
No dumingn. depois da mis*#, lecüír ajam o jurawnlo de fidchdade as bandeira^, alguns feçruUs dó regini nlo 17 de fófanhTH.
Licença
ExércitoSaúde e higiene públicaLicençasMédicos e cirurgiõesNomeações
Pela ullhna ordem do exercito, furam concedi d <» s intita dia< de heénça, ao nosso auu^o o sr. dr, TeU^, cirurgião ojudanle do re- ^iiimtu 17 de infmlerid.
Arrematação
Economia e comércioMunicípio e administracção localarremataçõesImpostos comerciaisImpostos e finanças
f-ta quantia de 651.^300 arrematou no dnüimgo, em hasta pubhca, a cama r a municipal, o imposto sobre a carne de porco.
Casamentos
Sociedade e vida quotidianaCasamentos
No día 27 de setembro pr^- dam .rarn-. e nas freguezias da cidade: Jo iquim AútoÈio, com Marianna Lucia> çok tetros.
Rendimento
A quantia que entrou nos entroa do ^Ud.u, pntvittnmte de rnatrirubiS, car-. Usdoscurws íku> lyçfus e rrKpcdhos adiuio- nus, no iycvu nácional desh ubhdi?, é de ruis 1:083Si 19.^le^lf* o anuo leclivo de 1S61-1862 atÓTio <iu 1866 1867.
Pessoal
Educacção e instruçãoEscolas
O Lyceu devLi cidade tem 5 pru fe^rra prwprkUinns, 1 proiVsW prumorio, e 1 empregado suhaiieriw.
Renda
Educacção e instruçãoEscolas
Puía casa cm que está o Lyceu nad- ou il de\ta cidade, paga o e.Uado, dê renda, 96$.
Talho de Beja
No mez findo consumi^ rnm-*e, no talho desta cidade. 42 vac^as que piaram 5:292 líilos e 162 carneiros, que pesa- i^iu :675 kiHs.
Município e administracção localLicenças
Licenciamento ~No mez findo o importo do curral reudrn por u município 7:440 e o de 14 réis em c^d i tilo do carne, 971552 réis.
Gratificações
Educacção e instruçãoEscolas
Importam em 170&000 reis annuaes as gratificações ao reitor esecrelario do lyceu desta cidade.
Exército
Anniversario ^=0 do príncipe real feste* fon«se iresla cidade tocando pe'a manhã e á nou* te, a tunda do regimento 17 de infanteria, e il- himinanüosc os edifícios públicos e alguns parlk ciliares. A guarnição foi feita de grande uniforme.
Despeza
Economia e comércioEstatísticas
Com o pt-s-iq.d e material do ceu de.4a ui latUkdtag^ndeu o estado desde o V- an m» leclívo de (861-fS&í álé «o de 181)6-1867, reis 13:903^370 sendo; No a/mo lectivo de 1861 a 1862. 1862 a 1863.. 1863 a |86t; 1861 a 1865.. 1865 a 1866.. - *... 1866 a 1867.. ................ 1.^080 1.S88^015 2:650^960 3.000&B20 2.862^480 2.785^315 Total.............. 13.909^370
Movimento da Freguezia de S. João Baptista
Sociedade e vida quotidianaFalecimentos
No mez du setembro o movimento d'esta freguesia foi o seguinte: Baptismos — 1 feminino — Obitos — masculinos 2 — femininos 1--total 3.
Partida
Economia e comércioExércitoFeirasMovimentos de tropas
Saliiu mi quinta feira pua Lisbru e 4Mi segue para a M ^eira, onde i®* loimr o governo militar da ilba, o ett.m\ sr. Camacho, Coronel do regimento 17 de infanteria.
Tribunal de contas
Justiça e ordem públicaSaúde e higiene públicaHospitaisJulgamentos
Por acenrdam d4 este tribunal furam jnlgados quites pira coma fazenda publica, pela sua gerencia, desde 1 de julho de 1866 até 31 de junho de 1867. os vo gaes do conselho administrativo dê hospital regi mental de ínfanteria n 0 17.
Mais
Justiça e ordem públicaJulgamentos
Por accordam do mesmo tribunal foram julgados quites para com a fazenda publica, o w. Manuel de Jesus Paes, como arrematante do real de agua, n*esle disiricto, desde 1 de julho de 1857 até 30 de junho de 1860. e os se as: fiadores, Manuel Gomes Palma o Antonio Ana- eleto Paes.
Acceitamos a remessa
Educacção e instrução
Recebemos c agradecemos O Comm^rcio falha política que se publica em Braga: Doía amigos como ha poucos comedia em um ado imitada pelo ar. J. P. Forjar. O c^nto de ^G4 edicção ofticí.d: e A diteripção do carro e do arado premi a du? no concurso de 3 de maio de 1868.
Cadeira
Educacção e instruçãoEstatísticas
A de latim, estabelecida na vill| de Moura, neste dídrich* *cm sido frequentada desde 1862 por 73 alumnos sendo; No annu ale 1862 a 1863.......................... 18 1863 a 1864 15 1864 a 1865...................................................... 12 1865 a 1866 ............................................. 10 1866 a 1807.................................................. 9 1867 a 1868. ,. , .9 Total, 73
Operarios
Transportes e comunicaçõesEstradasObras de infraestrutura
Eis o nuiWQ Lotai dotqxie no primeiro semestre de 1868 se empregaram nas estradas e outras obras publicas, neste dhiricto. Nas semanas findas em 4,1 !j8, e 25 janeiro..;./,...............................................1:026 Ditias findas em 1,8,15.22 c 29 de fevereiro....................... ............................. 1.082 Diltas findas em 7,14.21 e28 dc março 902 Diltas findas cm 4. 11, 18, e 25 de abnl......................................... .....1:019 Diltas findas cm 2.9,16,23 e 30 de mafa........... ................................. 1.084 Diltas findas em 6.13 20 e 27 de junho707 Tufai . .. 5:820
Noticias de Serpa
Meteorologia e fenómenos naturais
Dizem-nos desta localidade: Tempo - Estamos em pleno inverno: ha mui tos dias (pre chove lureeí^anpfUe.
Noticias de Serpa
Economia e comércioPreçosColheitasPreços e mercados
Dizem-nos desta localidade: Vindimas concluídas sendo a produeçáo muito regular, O preço da uva regulou dc d jís mil a dois mil e quinhentos por cad$ carga de 120 kilos.
Noticias de Serpa
ReligiãoSociedade e vida quotidianaBeneficênciaFestas religiosas
Dizem-nos desta localidade: Engajados^0$ parochos ÕWa villa e fregue- zias ruraes foram convidados pela aucloridad# administrativa a fazerem lodos os esforços pAr# disihgdi rem aquelles de seus parochianos qu$ queiram ir para o Brazil • os regedores leiç $ mesmo encargo, mas não sei o que uns e outro# Lenham feilo, A lembrança c boa. e se se trabalhar com vontade, estou convencido de que pouca gente partirá! Alfiançatn-me que mais d# 150 pessoas de ^erpa, Santa Iria. Brindes, Aldeia Nova. Pias Santa Anua de Cambas e Corte do Pinto cs? tão alistadas na companhia dos-wravox brancosr e entre ellas tres raparigas solteiras d‘esta vUia j Uma é a filha do sr. AnLuuio Theodoro, que faj educada em Lisboi pelas irmãos da caridade. Não ha nada que a demova dé sua mania: nem a distancia, nem a patria, nem os carinhos 4$ famrfía ’
Noticias de Serpa
Cultura e espectáculoTeatro
Dizem-nos desta localidade: Theatro—Alguns rapazes tem vontade de rc? presentar no Thalia o drama Paulo e ^fariq^ ou a escravatura branca, e disseram-me pessoal fam informadas, que tencionam di si ri buir bi- lheles gratuitos por todos os indivíduos que se desconfie estarem engajadas. Desejamos que rt; Miem o seu projecto.
Noticias de Serpa
Dizem-nos desta localidade: Anniversario-~Não se festejou, como era cos, Lume, o do príncipe real. Nem ao menos os si nos, que são quem por cá mais figuram nas fes tas regias, vieram corn o seu barulho JetQbraf que Sua alteza fazia a unos l
Noticias de Serpa
Município e administracção local
Dizem-nos desta localidade: Emigrados—Tem dcsappar.ccído os que rçes^i concelho estavam residindo. J.
Noticias de Moura
Economia e comércioReligiãoAgriculturaFestas religiosas
Em 21 setembro dizem-nos desta villa: A independencia nacional, os projectos do sr. ministro do reino e a união ibérica, são os Ires pontos abrigados á conversação dos homeu$ líberaes d‘esla villa. Uns propor os meios mds fáceis de sahirmos dos apuros em que nos achamos. Outros discutem, os projectos e outros final? mente apresentam com ar ameaçador os inconvenientes que iraz comaigo a união ibérica. Eu sempre mc lenho mostrado imparcial na$- tas questões que apresentam muitos espinhos, o por isso GfnílLu sempre a minha opinião quando se toca em mal cri as ta es; por exemplo: — a memorável divisão do campo de Gamos em B-t- ranços. A proponto do campo de G inw vou referir $ mesma interrogação quo ha poucos dias me fez de ali um amigo: •—Porque serão alguns pmjtregados publicas contemplados nfaquvlia partilha e outros não T A minha resposta'foi faríi: Porque os artigos 10, H. ^2 e 51, do ^ndigp civil, ficam sein tdfaiiu. Chegou ante boutem «quí uma farpa de 20 pra* ças, cummandadã pelo sr. ««pilão Barbosa,’qqa sc dirigii a Barrancos. 0 1,° aetor D. Man id Fmizon, de passagem para Ilespinha, viu-se obrigado a deter-se e^ Barrancos por falta de s^ude. Desejamos que este exímio actur. que tantos applausus lem merecido nus principies Uiedrup da nossa província, e cujo nome se l* m distinguido nos nossos jornaes íncktsivamcnta no Bajense^ que Lam alto elogio lhe tributou mdn fc? \vc interpretação, que fez no diflicil papel de Ro* meiro. no dram porluguez —Frui Luiz de Suo? si, se restabeleça com brevidade, o que continue a dar alguns mwnwitas agradáveis aos povo i de Barrancos pósto que nos dizem que v to ao Algarve em direcção a Villa Real dc Santo Antônio, Foi nos princípios de 67, que eu Uva o g^ste dc presenciar em M uUe-mor-o-X jvu, os infinir tosapplausos qwo^areeeu d^ este pney * Xtor. / * *
Noticias de Odemira
Economia e comércioEducacção e instruçãoJustiça e ordem públicaMeteorologia e fenómenos naturaisMunicípio e administracção localReligiãoAbastecimento de águaAgriculturaCulto e cerimóniasDenúncias e queixasEscolasJulgamentosObras municipaisObras religiosas
Em data de 28 diz-nos um outro correspondente: Continua o mesmo silencio. Nem padre Borges e companhia, nem dr. Moura, se dignam responder. Não sei o que deva julgar de ss. i.M Que são cúmplices já não ha que duvidar, o seu silencio o demonstra. No n.* 401 havia tencionado, como disse, não mais fatiar no sr. dr. Moura, não porque tivessemos medo de s. •/. mas porque seria importância de mais, e s. sJ não a merece; todavia esperavamos, que sendo cavalheiro, como muitas vezes diz. respondesse catbegoricamenle ás perguntas que lhe fizemos, mas nada: só uma vez saio »s campo, talvez julgando que nos intimidava, com oi seus palavrões, mas enganou-se, cá estamos, a agora á vista do seu silencio o publico que ajuize de s. i.\ para nós é fóra de duvida que o que dissemos de *. s? é verdade, por isso não tem de quem se queixar ! L.. Prometli dizer alguma coisa a respeito do nosso padre João; não quero pois faltar a esse compromisso. È sabido que este ar. não tem, nem ter á iym pathia alguma nesta terra, já peto seu medo de se apresmUr em publico, já pela maneira de en carar a alta missão, que lhe foi confiada / / * O povo Oats terra quando o vê, olha para elle com compaixão e dó. lastimando-se de ler como pastor um homem que senão sabe respeitar. nem respeitar os seus psrochianos ! ! ! Ha coisas que fazem vergonha o contarem-se eu da minha parte lastimo-o, e peço que mude de vida; lembre-se que na terra representa a figura da Christo. e como tal, deva seguir seus «ej pios. Ê tempo de tomar juíso; emende-se se que" respeitado; pratique boas acções e bons ezem pios se quer merecer a estima de todos, quando não. continuará a ser olhado com despreso. e perna alguma lhe Ugarí importância, porque na verdade cerno vae não a merece. Juizo, e não tenha vergonha de receber este conselho, porque quem a dá acha se com forças para o dizer. Ha dita foi deitada ao rio a barca nova para a passagem doa habitantes da villa e do concelho. As obras, da escola que se está fazendo, vão tomando um grande desenvolvimento, devendo em pouco tempo estar concluídas. Uma pergunta ao sr. Serpa, fiscal do tabaco: ha ou não ordep para que se visite a comarca todos os mexes T Perguntamos isto porque creio, que já ha dois meies que o sr. Serpa não tem saldo de Odemira. a não ser a dar o seu passeio até ao Peguinho ou até ao Poço Novo. Descul pe, mas muito nos obsequeia respondendo a esta pergun la. X»