Arquivo
O BEJENSE
Jornal de Utilidade e Recreio - Versão Digital
Edição n.º 1027
40 notícias

Aggravaram

Economia e comércioSociedade e vida quotidianaFalecimentosFeiras

se os padecimentos do sr. Antonio Dias Ferreira, pae do sr. conselheiro José Dias Ferreira, e aquelle homem probo e digno, falleceu na madrugada de sexta feira ultima. Acompanhamos o nosso chefe na grande dôr que o opprime, e damos-lhe sentidos pezames.

Política e administracção do EstadoDecretos e portarias

Decreto ordenando que sejam destinados ao serviço da armada, em supplemento e por conta do contingente naval do anno de 1879, quatrocentos mancebos, que serão distribuídos pelos districtos administrativos na razão da sua população.

Política e administracção do EstadoReligiãoDecretos e portariasNomeações eclesiásticas
Igreja

Portaria dissolvendo a commissão nomeada em 1869 para propor um plano de reforma das igrejas e missões ultramarinas, por se não reunir desde 1870.

ReligiãoNomeações eclesiásticasVisitas pastorais
Algarve · Bragança · Portugal Igreja

Ditta nomeando, para estudar o serviço das missões e examinar o estado dos seminarios, uma commissão composta do arcebispo de Gôa, bispo de Bragança, bispo de Cabo Verde, bispo eleito do Algarve, prelado de Moçambique, Pires de Lima, Garcia Diniz, Antonio Luiz de Carvalho, conego da sé de Macáu, conego Ferreira Pinto, bacharel Almeida Pedroso e Luciano Cordeiro.

Política e administracção do EstadoDecretos e portarias

Decreto regulamentar ácerca das fabricas e depositos de polvora e de granito.

Correspondência · Geral

Sabemos que o nosso bom amigo, o sr. dr. Boavida, respeitabilissimo prelado desta diocese, chamou aos tribunaes o auctor de uma correspondencia anonyma publicada ultimamente e datada de S. Martinho das Amoreiras. E' a resposta e correctivo que merece aquelle apanhado de necedades e insinuações malévolas.

Acidentes e sinistrosSaúde e higiene públicaSociedade e vida quotidianaHospitaisPobres e esmolasQuedas
Messejana · Portugal Hospital

Domingo, deu entrada no hospital d'esta cidade, uma pobre mulher de Messejana, que nas minas de S. João do Deserto partiu as pernas, em resultado d'uma queda.

Economia e comércioMunicípio e administracção localAgriculturaIndústria

Estão extinctos os emprestimos a trigo feitos pelo celleiro communi. O ultimo devedor era João Espada. Que bella occasião para a camara converter em banco de credito agricola e industrial, o celleiro.

Economia e comércioAgriculturaPecuária

Continua a matança do gado para consumo, a ser feita horas antes da fixada para a venda. Não haverá quem tome providencias?

Exército
Algarve · Beja · Portugal

Chega a Beja no dia 8 o digno general commandante d'esta divisão militar. Vae para o Algarve.

Vão reparar

Saúde e higiene públicaHospitais
Hospital

se a rua do Hospital e o largo do Prazeres.

Educacção e instruçãoProfessores
Beringel · Portugal

Foi aposentado com o vencimento de 90:000 rs. annuaes, o professor de ensino primário de Beringel, o sr. Conceição.

Economia e comércioFeiras
Belém · Portugal

Dallot retirou com a sua troupe, quarta feira. Foi estabelecer-se em Belem. Que seja feliz.

Município e administracção localAbastecimento de água
Câmara Municipal

Já foram entregues á camara os tanques e canalisação de ferro para a distribuição de agua nas differentes casas e pavimentos do novo edificio dos paços do concelho.

Acidentes e sinistrosIncêndios

Está recebendo o telhado a casa de deposito para material de incendios e de illuminação.

Geral

Como supplemento, por conta do contingente de 1879, para o serviço naval e da armada, coube a este districto dar 13 recrutas.

Educacção e instruçãoExércitoBanda militarProfessores

Está aberto concurso para o preenchimento de vagaturas de contramestres nas bandas do exercito. De infantaria 17, segundo ouvimos, concorrem dois musicos de 1.ª classe, sendo um d'elles o distincto mestre da philarmonica artistica d'esta cidade, o sr. Cançado.

Distribuiu

Paris · França Exterior / internacional · Geral

se o fascículo 37 de As Doidas em Paris.

Geral

No dia 29 de setembro vão á praça differentes bens nacionaes n'este districto.

ExércitoMunicípio e administracção localBanda militarMovimentos de tropasPartidas
Portalegre · Portugal

Partiu sabado, para Portalegre, um destacamento de infantaria 17, commandado por um capitão. A respectiva banda acompanhou-o até á gare.

Mértola · Portugal Geral

Obteve trinta dias de licença o delegado do procurador regio na comarca de Mertola.

Geral

Os Subterrâneos de Rouguey, sahiu o fascículo quinto d'este bello romance.

Geral

Tem 30 dias de licença o conservador do registo predial d'esta comarca, o sr. dr. José Virgolino Carneiro.

Geral

No dia 7 de setembro recebem as amas dos expostos e as mães subsidiadas, os salarios do mez de agosto.

Geral

Recebemos e agradecemos o Extracto das analyses do carvão de pedra das minas do Cabo Mondego.

Município e administracção local

Domingo 5, vão á praça as estrumeiras municipaes.

Geral

Recebemos e agradecemos o fascículo n.º 14 da magnifica publicação Atravez do Continente Negro.

Economia e comércioExércitoJustiça e ordem públicaTransportes e comunicaçõesComércio localDiligênciasHomicídiosQuartéis
Vila Alva · Portugal

Regressou ao seu quartel nesta cidade, a diligencia de infantaria 17, que havia ido a Villa Alva, por causa do assassinato do commerciante Capello.

Município e administracção localAbastecimento de águaFontes e chafarizesObras municipais
Aljustrel · Portugal

Por conta do município, andam obras de calceteiro, proximo do chafariz do Cano e largo das portas de Aljustrel.

Economia e comércioMeteorologia e fenómenos naturaisPreçosTransportes e comunicaçõesCorreioIndústriaPreços e mercados

Que lindo presente é um relojo, objecto util e ao mesmo tempo lisongeando o amor proprio! Recommendamos encarecidamente aos nossos leitores o annuncio, que hoje publicamos, da casa Belmont, uma das maiores e mais acreditadas fabricas de relojos que se conhecem. O negocio consideravel que faz esta casa habilita-a a dar por preços excessivamente baratos os seus productos: um exemplo corrobora o que diremos. A casa Belmont vende por 53:000 rs. um chronometro calendario, admiravelmente montado em diamantes, e indicando os mezes, os dias, as horas, os minutos, os quartos de minuto, objecto este que n'outra fabrica se não compra por menos de 200 a 300:000 reis. Os nossos leitores, porém, estabelecendo relações, pelo correio, com a casa Belmont de Besançon, podem certificar-se do que levamos dito. Ver o annuncio.

Lisboa 30. Cidadão redactor

Meteorologia e fenómenos naturaisSaúde e higiene públicaMédicos e cirurgiões
Lisboa · Portugal

Agradeço-lhe, penhoradissimo, o interesse que essa redacção tomou pelo meu restabelecimento, e consinta v. que eu publicamente proteste o meu indelevel reconhecimento ao cidadão dr. Eduardo Maia pela assiduidade e desinteressado zelo com que me tratou na minha enfermidade. A assiduidade é familiar a este distincto facultativo que, não descurando dos seus deveres de trabalhador do futuro, de acerrimo defensor do direito e da justiça dos povos, é, ao mesmo tempo, um dos facultativos que mais acertadamente emprega os recursos que a sciencia medica lhe fornece. Aceite, pois, o cidadão dr. Eduardo Maia o meu protesto de eterna gratidão, e bem assim todas as pessoas que por mim se interessaram. Manoel Bruno da Costa Pereira.

Política e administracção do EstadoDebates políticos
Porto · Portugal Interpretacção incerta

Suspendeu a sua publicação o nosso collega do Porto O Republicano; uns dizem que suspendeu em consequência d'uma querela, outros affirmam que foi subornado pelos agentes do governo. Esta ultima supposição é a que nos parece mais provável, e o Trinta, se é perseguido, como é, deve-o talvez á certeza que o governo tem de que elle se não deixa sobornar pelos contratadores de consciencias, e que se tal lhe fosse proposto, seria repudiado e immediatamente divulgado nas suas columnas.

Meteorologia e fenómenos naturaisPolítica e administracção do EstadoReligiãoCulto e cerimóniasDebates políticos
Lisboa · Porto · Portugal Correspondência

O judas do partido republicano assentou arraiaes no Porto. E' n'uma folha d'esta cidade que a mão de visora expelle metralha para o partido republicano. Não nos admira que este judas mudasse da imprensa de Lisboa para a do Porto, em primeiro logar por ser aqui conhecido como denunciante, accusação esta que ha bastantes annos pesa sobre si, e da qual ainda se não illibou. Em segundo logar porque o partido republicano, no Porto, tem-se desenvolvido admiravelmente e é ali que os agentes monarchicos teem de trabalhar com mais actividade; é ali que urge semearem a insidia e a calumnia, fazendo que aquelles descreiam d'estes e vice-versa. E' preciso que todos conheçam os traidores; é indispensavel desmascaral-os! Porque é que o nosso collega O Trinta, tendo verberado o procedimento d'este agente monarchico mascarado de republicano federal, lhe não tem arrancado a mascara? Não está muito de harmonia com a sua louvável independencia; se lhe não quer, por qualquer conveniencia, citar o nome por extenso, ao menos não lhe devia ter occultado as iniciaes C. V. com que firma as insidiosas correspondencias para O Estado do Norte. Pois que? O collega ainda espera alguma coisa do homem que, dizendo-se republicano, deprecia o candidato republicano que se propõe pelo circulo 95, e não tem uma unica palavra para o candidato monarchico, assim como a não tem para o republicano que se propõe pelo circulo 98, antes pelo contrario elogia o candidato monarchico por este circulo? D'este homem não ha nada a esperar! Já ha muito tempo que o deviamos ter expulso do nosso seio; desde que atraiçoou o centro republicano da calçada do Cascão, que estavam confirmadas as accusações que lhe fizeram no centro democrático da rua do Norte, e claro está que este agente monarchico está revestido da missão de dividir em bastantes grupos o partido republicano, e pôl-os todos em desharmonia uns com os outros, para assim dividir as forças. Sei que a independencia com que a minha pena escreve me renderá um formidável insulto, como ao collega Trinta succederá; porém eu repelli-lo-hei com o silencio, continuando, inalterável, a apontar ao partido republicano todos os judas que o pretenderem vender.

ExércitoLicençasNomeaçõesTreinos e manobras

O ministério da guerra expediu uma circular para os corpos de infantaria 2, 5, e caçadores 5, afim de mandarem apresentar as praças que se acharem no gozo de licença registada para se exercitarem no mez de setembro, afim de estarem aptas para o exercício de brigada, que se deve realisar no principio de outubro, o qual durará de 8 a 15 dias. M. Bruno.

Acidentes e sinistrosCultura e espectáculoEconomia e comércioJustiça e ordem públicaMeteorologia e fenómenos naturaisMunicípio e administracção localSociedade e vida quotidianaTransportes e comunicaçõesAfogamentosAgriculturaBailesBebedeiras e desordensBeneficênciaConcertosCostumes e hábitosDiligênciasEstradas e calçadasFeirasFestas civis e popularesIncêndiosLicençasMercados e feirasPecuáriaTouradas
Aljustrel · Portugal Interpretacção incerta · Islâmico

Ferreira 25 de agosto. Fomos á corrida de touros em Aljustrel no dia 22, que esteve melhor do que era de esperar d'uma terra como é aquella villa, onde parece que existe o genio do mal em todas as suas ramificações! Bom gado, bom intelligente, capinhas regulares, excellente cavalleiro, o nosso patricio e amigo Manoel Baptista, fidas em logar de moços de forcado, também nossos patricios, emfim, tudo bom na corrida e de que damos os parabéns aos festeiros pelos esforços que empregaram para satisfazer aos desejos do publico. Domingo ha outra tourada e permitta Deus que ella venha com tanta fortuna como a de que tratamos. E já que vimos á imprensa bom será lembrar ao sr. Villa Lobos, administrador de Aljustrel, o que parece ter esquecido s. s.ª, se é que alguma vez aprendeu elementos de civilidade e cortezia. Quando o cavalleiro entrou na praça e a musica rompeu o hymno de D. Luiz, o sr. Villa Lobos devia ter tirado o chapéu e pôr-se de pé; é costume e sobre tudo delicadeza fazel-o; lá tinha s. s.ª a seu lado o ex.mo sr. Sampaio, administrador d'este concelho, e o sr. Villa Lobos não lhe seguiu o exemplo. Provavelmente os seus amigos regeneradores e com especialidade o seu escrivão, que segundo nos consta é o motor de todos os actos de s. s.ª, não lhe deram licença. Fez bem, e pedimos-lhe que continue. Ainda outra cousa, sr. Villa Lobos: olhe que o camarote da auctoridade é só para ella, nem mesmo a sua familia ali deve ter entrada e por isso muito menos uma alluvião de gente que em caso urgente devia necessariamente impedir que a auctoridade fosse senhora de si. No camarote que lhe está destinado, vistas as circumstancias da praça, só deve estar v. s.ª, o seu escrivão, que não foi lá por a festa ser feita por progressistas, o intelligente, o facultativo e um official de diligencias; se quizer ter ao pé de si os regeneradores, requisite a praça toda para seu camarote, mas esteja um momento só na posição que o seu dever official lhe impõe. Ainda outra observação, sr. administrador: eram 2 horas da noute, representava-se um espectaculo degradante, vil e infame, como eram os personagens que nelle tomavam parte, nas ruas publicas da séde do concelho. Depois do fogo de vistas, na noute de domingo para a segunda feira, uma cafila de selvagens, aproveitando a embriaguez d'um desgraçado, andaram com elle aos empurrões pelas ruas da villa, obrigando-o a cantar, dançar e a tudo de quanto elles são capazes, chegando a despir em plena rua o misero, que não teve um momento de lucidez para repellir de junto de si essa villissima canalha, que sem consciencia o obrigava a representar um papel de que hoje hade corar de vergonha e chorar a sua desgraça. Pois isto é um facto, isto vimo-lo nós, isto sabe-o toda a gente, sabe-o até o sr. administrador, mas finge ignoral-o, por na sucia andar também o filho do seu querido escrivão. Se fossem progressistas os auctores d'esta miserável infamia, a policia cahiria logo sobre elles, e s. s.ª, o sr. administrador, levantaria autos e tudo o mais que a sua fertil imaginação lhe suggerisse. Que desgraça de concelho! No tempo do famigerado Figueiredo, sabieis vós, progressistas de Aljustrel, que tinheis de luctar com um déspota e com um doido, estaveis prevenidos; agora a vossa situação é peior, tendes de luctar com uma auctoridade hypocrita, aduladora, e dominada pelo nosso maior inimigo, o escrivão da administração. Oiça, sr. Villa Lobos, oiça e dê ás nossas palavras o peso que quizer, mas repare que a dôr que nos guia a pena, por vermos os nossos amigos e correligionários massacrados e vilipendiados por aquelles que tinham obrigação moral e politica de os pôr acoberto d'isso, porque elles estão passando. Na occasião do fogo vimos nós um individuo, que não conhecemos, junto do filho do seu escrivão, dizendo que os laricas que n'aquella noute escapassem ao seu bordão não fugiriam á mira da sua espingarda. Esta provocação, que podia ter funestas consequencias, foi feita nas barbas da auctoridade; ella estava próxima, porque bem a vimos, mas como ali estava o filho do regulo Teixeira, passou impune. Ainda outra, e terminemos por hoje: quando quizer fazer elogios ao seu escrivão não os faça á vista d'elle; isso traz inconvenientes que lhe podem ser funestos, sr. Villa Lobos; abrace-o, beije-o, proste-se muito embora a seus pés, mas guarde as conveniencias necessarias, se não deseja morrer afogado no mar do ridiculo, onde está desde que elle lhe metteu os pés nas algibeiras. Aos nossos amigos e correligionários pedimos-lhes licença para lhes dar um conselho. Ás provocações dos gatunos respondam com o desprezo, não se queixem d'ellas ao seu administrador para não cahirem no desagrado de s. s.ª; peguem na pena e representem para os poderes competentes contra ella, afim de lh'o tirarem d'ahi, onde é preciso uma auctoridade com vida e com juizo para poder pôr a caminho direito esse infeliz concelho, bem digno de melhor sorte. Perante a necessidade da boa administração não ha considerações, nem o municipio de Aljustrel é asylo. Domingo 29 lá vamos e perguntaremos se o sr. Villa Lobos, durante esta semana em que estamos separados, deu largas ao seu genio orgulhoso e soberbo para os desgraçados progressistas, que teem a desgraça de pagarem 365$000 rs. a um administrador que não teem, e que elle e o seu escrivão opprimem e aviltam. Desgraçados amigos e correligionários. Um progressista.

Arqueologia e patrimónioEconomia e comércioEstatísticasMunicípio e administracção localSaúde e higiene públicaTransportes e comunicaçõesCaminho de ferroComércio localDescobertas e achadosEpidemiasEstacçõesEstradas e calçadasHigiene públicaLimpeza urbanaMédicos e cirurgiões
Alentejo · Coimbra · Porto · Setúbal · Espanha · Portugal Exterior / internacional

ATTENÇÃO. O corpo commercial de Setúbal, em seu nome e do povo setubalense, sabendo que se tem propalado, já por cartas que alguns teem recebido, já pelas participações, por outras vias diversas, que em todo o paiz e especialmente na provincia do Alemtejo e reino de Hespanha esta povoação se tem achado sob a influencia de uma epidemia de febres typhoides, que aliás não tem existido; e como esses infundados boatos teem impedido e continuariam a impedir a vinda de banhistas para esta cidade, por isso, em beneficio do publico em geral e dos banhistas em especial, achou do seu dever deduzir que o estado sanitario é bom, podendo vir sem o minimo receio fazer uso das limpidas e beneficas aguas do Sado. E para que se veja a verdade da declaração acima, dá publicidade aqui aos importantes documentos passados pelos ex.mos sub-delegado de saude do concelho de Setúbal e guarda-mór de saude do porto d'esta mesma cidade: 1.ª Certidão. Manuel Francisco de Paula Barreto, bacharel formado em medicina e cirurgia pela universidade de Coimbra, e sub-delegado de saude n'este concelho: Attesto que actualmente não reina n'esta cidade doença alguma de um modo epidemico. Por me ser pedido passo este que, sendo preciso, confirmarei sob o juramento do meu gráu. Setúbal 9 de agosto de 1880.—Manuel Francisco de Paula Barreto.—Reconheço o signal supra. Setúbal 9 de agosto de 1880.—Logar do signal publico.—Em testemunho de verdade—O tabellião, João Corrêa de Brito Gouvão de Quadros. 2.ª Certidão. Antonio Rodrigues Manitto, bacharel formado em medicina pela universidade de Coimbra, guarda-mór de saude n'esta cidade de Setúbal etc. Em virtude da petição retrò, attesto que me não consta haver actualmente n'esta cidade epidemia de typhos ou de outra qualquer molestia que torne menos salubre o seu estado do que tem sido nos ultimos annos. Outro sim attesto que este porto está classificado como limpo, por não haver fundamento para procedimento em contrario. Por ser verdade e este me ser pedido o passei. Estação de Saude em Setúbal, 10 de agosto de 1880.—O guarda-mór de saude, Antonio Rodrigues Manitto.—Reconheço o signal supra. Setúbal 10 de agosto de 1880.—Logar do signal publico.—Em testemunho de verdade—O tabellião, João Corrêa de Britto Gouvão de Quadros. Setúbal 20 de agosto de 1880. O corpo commercial de Setúbal em commissão: Trindade & Sobrinho, Manoel José de Sousa Ferreira, Constantino Rodrigues Garradas, Mamede Mendes Fialho, Manoel Antonio Soares, Francisco Mattos da Costa, José Manoel Miguens, Manoel Joaquim Ferreira da Silva, José Lopes Guimarães, João José Ferreira da Silva Junior, Manoel Maria Valente.

Os Martyres do Christianismo

Cultura e espectáculoPreços
Porto · Portugal

Já se acha concluído e posto á venda este magnifico romance historico por Vasso de Luceoa que a bem conceituada empreza da Bibliotheca do Cura de Aldeia, Porto, acaba de publicar. O romance é dividido em dois grossos volumes e ornado de boas e excellentes gravuras e custa brochado 1:200 reis.

Economia e comércioComércio local
Lisboa · Portugal

Diccionario de Direito Commercial, compilado e annotado por Innocencio de Sousa Duarte. Distribuiu-se o 2.º fascículo d'esta obra editada pela Empreza Litteraria de Lisboa.

Cultura e espectáculoEconomia e comércioEducacção e instruçãoInstrução públicaLivros e publicações

Jornal de Viagens, continua com a maxima regularidade a publicação d'este excellente e instructivo semanario geographico portuense, o primeiro no genero entre nós.

Methodo simultâneo de leitura e escripta, por Branco Rodrigues. David Corazzi—editor

Economia e comércioEducacção e instruçãoPreçosInstrução públicaPreços e mercados
Lisboa · Portugal

Empreza Horas Romanticas—Lisboa. Temos sobre a mesa de trabalho um exemplar d'esta obra a qual se encontra á venda nas livrarias pelo diminuto preço de 300 reis. O Methodo Simultâneo está approvado pela Junta Consultiva de Instrucção Publica. Julgamos desnecessário encarecer os méritos da obra que é mais uma corôa de gloria para o seu auctor. Lisboa. Sebastião J. Bagan.