Festa do Sacramento
Cultura e espectáculoEconomia e comércioEstatísticasExércitoJustiça e ordem públicaPolítica e administracção do EstadoReligiãoSociedade e vida quotidianaBanda militarBeneficênciaCostumes e hábitosCulto e cerimóniasFeirasFestas religiosasGoverno civilIrmandades e confrariasNomeaçõesNomeações eclesiásticasObras religiosasParadas e cerimóniasPobres e esmolasPrisõesProcissões
Assistimos á festa do SS. que se repetiu n’esta cidade, como de costume ha bem annos, com inprecedido esplendor. Se o espirito quando acha Deus—tem feito o que lhe é possível fazer, ao homem quando assim lhe presta culto—em que transparecem como que interfere externamente a pureza das intenções e todos os sentimentos verdadeiramente christãos—nada lhe resta fazer. Está n’este caso o culto prestado n’esta cidade ao SS.;—pode dizer-se que dos actos de festejo que aqui observamos—e d’esta sorte a festa de que fallamos é verdadeiramente evangélica—e por isso verdadeiramente grande, verdadeiramente sublime. O magnífico adorno do templo—condiz perfeitamente com a magestade d’Aquelle—que ali tem seu throno excelso, onde está patente. Pelas onze horas, na sexta feira, deu-se principio á missa com musica vocal e instrumental; cabendo o desempenho d’aquella a escolhidos cantores de Lisboa e d’esta á orchestra d’esta cidade e alguns músicos da banda do 17—tocando por vezes rabeca alguns d’aquelles emquanto outros cantavam a solo, devendo especialisar-se o sr. Spromenho que no lugar do solo ao pregador tocou umas variações—que bem mereceram a attenção e louvores de todos os ouvintes pela perfeição com que foram executadas. O desempenho assim da parte vocal como instrumental foi excellente e por vezes arrebatador. Orou o red.° padre Fujo que mais uma vez admiramos. De tarde a vésperas orou o red.° dr. Mascarenhas—com aquella melifluencia que todos lhes conhecemos. No sabbado seguio-se a mesma ordem orando de manhã o red.° padre Alexandre—que mais uma vez nos certificou ser digno da voga que tem. De tarde a vésperas foi orador o red.° dr. Emigdio—que satisfez. No domingo, que assim como é certo ser a festa de que fallamos a mais esplendida e sumptuosa que se faz no Alemtejo, não o é menos que, dos tres dias em que tem lugar, é este o mais importante, celebrou-se como nos demais dias a missa á hora aprazada—orando ainda o red.° dr. Mascarenhas que colheu novos louros para a sua immarcessivel corôa. De tarde pelas 2 horas foi processionalmente conduzido pelas ruas o jantar dos presos, aos quaes foi distribuído e juntamente pelos immensos pobres recolhidos e pelos que alli affluem de todos os pontos que são sem conto. Eram em numero de 218 as alcofas em que eram conduzidas as diversissimas iguarias de que se compunha o jantar. Era numeroso o séquito, figurando n’elle muitos dos principaes cavalheiros, precedendo-o a musica e fechando-o os ex.mos governador civil, juiz de direito, reitores, escrivães e thesoureiros das irmandades. As ruas estavam juncadas de espadana e as janellas cobertas de sedas. Disséramos que esta festa era verdadeiramente evangélica—é agora occasião de o provar. Recommend(a) o evangelho o amor e a caridade.—De que outro modo póde(mos) interpretar essas esmolas distribuídas aos pobres e presos da cadeia—a estes principalmente que estão privados da mais cara, mais nobre e mais preciosa regalia de homens?—a liberdade. E porque? Porque a virtude da caridade—vendo o regosijo que reina nos filhos d’esta terra ao festejarem o SS., como que querendo abafar todos os desafegos do soffrimento n’este dia—convertendo-os em regosijo e acção de graças para com o Homem-Deus—a caridade personificada—com o fim de que tão grande, tão viva e tão geral expansão não seja um instante suffocada por algum grito de dor sahido d’algum leito de miséria—procura soccorrer o pobre recolhido da cidade—contempla o que se apresenta—e especialmente vai a ferir o amargume do cárcere aos que lá soffrem em ferros! Pelas seis horas da tarde sahio a procissão, que ia bella. Levava 5 andores pela ordem seguinte: Santo Antonio, S. João Baptista, em menino, S. João Baptista, S. João Evangelista e Nossa Senhora do Carmo; realçando entre elles os andores do Baptista e do Evangelista, já pela sua construcção por que são de prata de perfeito lavor com pedras finas encastoadas, já pelo magestoso da sua decoração, galanteio de flores etc. etc. A cada um dos andores ia um anjo, e ao pallio dois, rica e primorosamente vestidos, lançando flores. Após os andores e precedendo o pallio seguiam-se, paramentados de pluviaes, grande numero de padres. Uma guarda de honra do regimento de infanteria n.° 17, no maior aceio e precedida da sua excellente banda fechava o préstito. Ao recolher a procissão, e depois de levados os andores para o convento, foi a irmandade de S. João, a quem coube este anno a festividade, dar posse á de S. Thiago. Como que não contentes ainda com as mais claras demonstrações traduzidas em obras e palavras de enthusiasmo phrenetico e fervoroso—mandaram ainda illuminar os ares por innumeras legiões de foguetes que illuminam o espaço com rápidos clarões—produzindo em nós vertiginosas commoções. E’ ahi o delirio—a bisarria—o phrenesi religioso—é a hydrophobia da religião como lhe chamou o intelligente Menué. E’ a recepção do mandato que lhe é agora confiado—o qual aguardam com tanta anceiedade e athelmo, com tão grande impaciência e insuffrido desejo—que desde logo significando a sua gratidão pela delegação de que ficam investidos—provam antecipadamente qual o modo porque hão de cumprir a sua palavra—qual o fiel desempenho do programma que tão galhardamente acceitam. Na segunda feira foi a irmandade de S. Thiago em corporação e precedida da banda do regimento 17 á cadeia d’esta cidade, onde distribue pelos presos uma avultada esmola. E temos concluído uma breve e deficiente noticia de tão grande festa, restando-nos dizer que desde que o primeiro foguete cortando o espaço nos annuncia o começo—até que o echo repete o estallido do ultimo—é tudo festejo, tudo jubilo ora ouvindo no templo melodiosos hymnos que optimas vozes alli fazem echoar, adormecendo-nos a alma n’aquella doce e fresca melodia das harmonias religiosas—ora sublimes discursos—que nos arrebatam, pronunciados por famosos oradores—ora os harmoniosos instrumentos que não descançam de tocar noite e dia umas vezes acompanhando procissões, outras á porta da egreja e á porta dos respectivos irmãos, durante os dias da festa. Segundo boas informações—a cifra despendida n’esta festa eleva-se a 1:300:000 reis.
Theatro
Cultura e espectáculoEconomia e comércioReligiãoFeirasTeatro
Na noite de domingo houve espectáculo pela companhia hespanhola que aqui se acha. Constou do drama em 3 actos La Huerfana de Brusellas e da comedia em 1 acto Los dos preceptores. O desempenho do drama foi bom merecendo dos actores que o desempenharam especial menção o sr. Mela (Walter) Fraxon (Abbade L’Epé) e a sr.ª D. Mariana (Christina) a que o publico interrompeu por vezes com frenéticos bravos e palmas. A comedia satisfez tambem pelo que os actores e atrizes que d’ella tomaram parte foram muito applaudidos. Na quinta feira houve recita novamente. O drama em 3 actos La cruz de matrimonio e a comedia em 1 acto La (m…) de (haja), foi de que se compôz o espectáculo cujo desempenho nada deixaram a desejar. No domingo subirá a scena o drama em seis quadros amor de padre, e a comedia em um acto foi xusta*.
Prisão importantissima
Justiça e ordem públicaPrisões
No domingo pela manhã foi preso na praça d’esta cidade, pelo sr. regedor de S. Thiago, um tal Fadida que se acha pronunciado pelo crime de morte perpetrado no algarvio Manuel Vaquinha.
Concerto
Cultura e espectáculoEconomia e comércioConcertosFeiras
Na noite de sexta feira, em obsequio aos socios da sociedade bejense deu o sr. Spromenho, nas salas da mesma sociedade, um concerto de rabecca. Os dois jogos de variações que executou um sobre a Martha e outro de Bellini, foram magistralmente desempenhadas pelo que o selecto auditorio que o escutou, o applaud(i)io freneticamente. Não fez senão justiça porque o sr. Spromenho é dos nossos bons rabequistas. Um gosto apuradissimo reune-se a uma grande execução e perfeito conhecimento do instrumento.
Prejuizos
Economia e comércioMeteorologia e fenómenos naturaisAgriculturaCheiasColheitas
As chuvas que cahiram nas passadas semanas causaram bastantes prejuizos. Soffreram muito os olivaes, vinhas; mas muito mais as searas de grão e as de trigo em terrenos baixos, que ainda se conservam alagadas. No Guadiana appareceu o cadáver de um homem e dos trigos que se achavam nos moinhos perdeu-se grande parte em consequência da cheia.
Ao sr. Administrador
Município e administracção local
Recommenda-mos a s. s.ª um certo Ventura, que não deixa chegar á praça uma ave, pois que toma as avenidas da cidade, para comprar tudo o que appareça e remetter para Lisboa. Suppomos que ha uma postura, que prohibe taes abusos, e que s. s.ª os ignora.
Tiros
Na madrugada de hontem sentiram-se tres tiros dentro da cidade. Ignora-se a causa porque foram disparados.
Revista
Cultura e espectáculoEconomia e comércioExércitoTransportes e comunicaçõesCaminho de ferroEstacçõesFeiras
Na tarde de quarta feira, teve revista o regimento d’infanteria n.° 17, aqui estacionado.
Contribuição predial
Política e administracção do EstadoRepartições públicas
O contingente da contribuição predial que pertence aos districtos administrativos importa em reis 218:360$940. A este districto coube, depois de feita a repartição, a quantia de 61:807$090 reis. Em 13:930$719 reis importa a contribuição pessoal e tocou a este districto 2:301$880 reis.
Recrutamento
ExércitoRecrutamento
No anno de 1865 a 1866 deve este districto contribuir para o recrutamento do exercito, depois de feita a deducção ordenada no artigo 2.° da lei de 9 de setembro de 1861 com 112 mancebos e com 132 para o anno de 1866 a 1867.
Accusamos a remessa
Recebemos e agradecemos o Direito e a política que se publica no Funchal.
Situações terriveis
Cultura e espectáculoEconomia e comércioMunicípio e administracção localSaúde e higiene públicaAgriculturaBailesFestas civis e populares
E’ terrivel a situação de um homem que sente cair-lhe o botão de um suspensorio no meio de um walsa no momento em que o seu par se lhe recosta mais fortemente no hombro e lhe diz com enthusiasmo: Vamos! estou hoje infatigável! A de um sujeito que se vê observado pela tremenda luneta de uma fidalga velha na occasião de ser-lhe apresentado, concorrendo a circumstancia de lhe terem esquecido as luvas e de ter a camisa amarella da. A de um rapaz namorado em cujo nariz rebenta uma espinha no dia em que tem de encontrar-se pela primeira vez em um baile—com o cândido objecto dos seus suspiros. A da pessoa que se está retratando deante de uma camara photographica e sente uma vespa zombar-lhe á volta da cara na occasião em que o photographo abre o objectivo e diz: immobildade completa! A de uma senhora «coquette» obrigada a tirar as luvas e a tocar piano durante meia duzia de homens na occasião de ter uma frieira em cada dedo. A de um irritado que sente irresistivel vontade de «pirrar no momento de chegar aos beiços umedecidos de champagne depois de uma eloquente saude feita á dona da casa. A de um conviva que ao comer um pedaço de perú recheado sente o fim de uma linha no estomago e o principio d’ella na bocca, sem poder engulir o principio nem tirar o fim do logar em que está. A de um jogador que ao fim de uma partida de boston em noute de baile nota que um galguinho que entrou furtivamente na sala lhe fugiu com o sapato de polimento que elle ás escondidas tirara do pé para desafogar o mais tormentoso dos calos. A do padecente a quem uma dor de dentes faz inchar progressivamente uma das faces por occasião de uma partida de campo entre senhoras que não podem deixar de rir perdidamente ao contemplarem a cômica expressão da phisionomia do enfermo, o qual só póde rir para um lado da cara ficando horrivelmente impossivel do outro lado.
Mau serviço
Transportes e comunicaçõesCaminho de ferroEstacções
No dia 26 do mez findo foi remettido de Lisboa para o Barreiro, um costal contendo 20 saccas as quaes não chegaram até hoje á estação d’esta cidade. Não é esta a primeira falta que tem havido n’aquella estação, pois está-se tratando de indagar outras de mais circumstancia. * * *
Procissão
Cultura e espectáculoMunicípio e administracção localReligiãoEstradas e calçadasIrmandades e confrariasProcissões
Dizem-nos da Vidigueira: «Pelas onze horas do dia sahio da igreja parochial d’esta villa a procissão de Corpus Christi que na verdade ia bella. Muitas ruas estavam juncadas de flores, semelhando tapetes, estendidos sob os pés do padre que levava o Santíssimo, as paredes estavam cobertas de tapeçarias, o ar estava perfumado d’incenso, e repicavam os sinos das differentes igrejas d’esta villa. Era sem duvida um espectáculo delicioso. As janellas estavam occupadas por formosas damas com o praser nos lábios e a alegria no coração. O préstito era formado das irmandades da Senhora das Relíquias, Almas, Paços, Misericórdia e Santíssimo. Fechava-o a banda marcial d’esta villa tocando a marcha grave extrahida da Norma, que muito agradou pelo seu bom desempenho. A camara municipal e seus empregados acompanhavam a procissão. F. A. P.»
A Mão
Justiça e ordem públicaMeteorologia e fenómenos naturaisCrimesSecas
E’ a mão um orgão que pode definir-se o nosso factotum e que se presta a muitas considerações. A mão do avaro é tão secca, geralmente, como seu coração. A mão de uma coquette tem sempre muitos pretendentes. Ao homem probo todos estendem a mão. Ha mãos largas, e mãos de queijo. O empregado a quem se pergunta pelo estado de algum assumpto, costuma responder: «não levanto mão d’elle». Ao que nos dirige uma má chalaça procuramos assentar-lhe a mão. Antigas leis ordenam cortar a mão direita aos falsificadores. Os noivos pedem a mão. Ha sempre uma mão occulta. O homem desgraçado, «diz onde eu pôzer a mão». De uma pessoa de reconhecida aptidão material, dizemos: tem boas mãos. Vinte e cinco folhas de papel compõem uma mão. O que protegeu outro diz: eu dei-lhe a mão. Entre os escarneos que soffreu o Homem Deus conta-se o de uma bofetada. Uma das maiores provas de respeito na familia consiste no beijo que os filhos imprimem na mão de seus paes. A mão é o primeiro agente dos grandes crimes e figura nos primeiros actos da vida. Apparece nos juramentos, no matrimonio, nas confissões; com ella fazemos o signal da cruz! por fim, nos ultimos momentos da existência, cruzam-nos as mãos.
Regencias em Portugal
1.ª A do (BegenclM) em Portugal.—1.ª A do (texto truncado no OCR); 2.ª A da rainha D. Leonor Telles, e do Mestre d’Aviz, durante o interregno. 3.ª A da rainha D. Leonor e do infante D. Pedro durante a menoridade de D. Affonso V. 4.ª A da rainha D. Catharina e do cardeal infante D. Henrique, durante a menoridade de D. Sebastião. 5.ª A da rainha D. Luiza, durante a menoridade de D. Affonso VI. 6.ª A do principe D. Pedro durante a incapacidade de D. Affonso VI. 7.ª A de D. João, durante a moléstia de D. Maria I. 8.ª Nomeada por D. João VI quando sahio para o Brazil. 9.ª A do sr. D. Pedro IV durante a menoridade da sr.ª D. Maria II. 10.ª A do sr. D. Fernando durante a menoridade do sr. D. Pedro V. 11.ª A do sr. D. Fernando depois da morte do sr. D. Pedro V até á chegada de S. M. El-Rei D. Luiz.
Economia e comércioPreçosAgriculturaPreços e mercados
Preços por que correm os generos em Beja. Trigo alqueire 580 reis; Milho 500; Centeio 440; Cevada branca 440; Feijão 900; Chicharo 400; Fava 500; Grão de bico 850; Batatas 480; Azeite almude 3:600; Vinho 1:200.
Stuttgard, 6
Exército
Os deputados votaram a primeira e segunda chamada das tropas de reserva.
Milão, 6
Economia e comércioMunicípio e administracção localAgricultura
A municipalidade de Veneza protestou contra o empréstimo de doze milhões de florins, declarando-o injusto e impossivel de realisar.
Frankfurt, 6
A dieta decidiu por unanimidade a neutralidade de Frankfurt e das fortalezas de Muguncia e Rastadt.
Kiel, 6
Foram convocadas os estados para 11 de junho corrente.
Paris, 1
Os ministros estrangeiros, exceptuando o da Áustria, annunciam oficialmente terem chegado correspondências de Lima, de 28 de abril, dizendo que o ministro de Italia, Migliorali entaholar negociações de paz entre os hespanhões e os peruvianus.
Paris, 3
Cultura e espectáculoConferências
Corre o boato de que o imperador presidirá á conferencia.
Saúde e higiene públicaTransportes e comunicaçõesTelégrafo
O principe Gortschakoff telegraphou para Paris, annunciando que não sahia de S. Petersburgo senão no dia 10 de junho, por motivo de saude.
Londres, 3
Saúde e higiene públicaEpidemias
Acha-se limpo de cholera o porto de Liverpool.
Paris, 4
Cultura e espectáculoExércitoConferências
O general Grammont tornou partir para Vienna. A maior parte dos jornaes consideram conferencia muito compromettida pela resposta da Áustria, contendo reservas e a recusa de discutir a questão de Veneza e dos ducados do Elba.
Berlin, 3
ExércitoJustiça e ordem públicaJulgamentos
O rei Guilherme recebeu em audiência o general italiano (Guvone), que logo voltou para Turim.
Paris, 5
Cultura e espectáculoConferências
O «Moniteur» diz que as potencias neutras estão de accordo em considerar as reservas da Austria como tendentes a impedir um resultado util á conferencia; e que a Turquia persiste na intervenção armada nos Principados.
Vienna, 4
Exército
A Prússia informou a Austria de que, levada a questão dos Ducados á Dieta, era nulla a convenção de Gastein, e que as tropas prussianas entraram no Holstein. Uma brigada austriaca (Kalisch) recebeu ordem de retirar para Altona.
Acidentes e sinistrosExércitoMunicípio e administracção localTransportes e comunicaçõesIncêndiosTelégrafo
O ministro dos negocios estrangeiros leu á camara o seguinte telegramma: Nova York 24 de maio.—Os hespanhões atacaram Callao a 2 de maio; o fogo durou 4 horas; as fragatas retiraram avariadas. Mendes Nunez e Valcarcel, commandante da fragata «Resolucion», feridos. O ministro da guerra de Perú foi morto.
Berlim, 6
Exército
Ordenou-se a formação de um decimo corpo de exercito.