Festividade
No domingo festejou-se, na matriz, com missa cantada pela manhã, e á tarde com sermão e ladainha a linda imagem de Nossa Senhora do Rozario. Na vespera houve fogueira, illuminação e subiram ao ar immensas girandolas de foguetes.
No domingo festejou-se, na matriz, com missa cantada pela manhã, e á tarde com sermão e ladainha a linda imagem de Nossa Senhora do Rozario. Na vespera houve fogueira, illuminação e subiram ao ar immensas girandolas de foguetes.
Nos dias 29 e 31 de outubro anniversarios natalicios de suas magestades el-rei D. Fernando e el-rei D. Luiz festejaram-se nesta cidade, tocando á alvorada na praça publica e á noite no largo do quartel, onde houve uma brilhantissima illuminação á banda do regimento de infanteria 17. A guarnição da cidade foi feita de grande uniforme, e os edificios publicos e muitos particulares achavam-se illuminados.
Pela direcção geral de instrucção publica no ministério do reino se ha de prover, precedendo concurso de sessenta dias, que principiará em 3 de novembro proximo perante o respectivo commissario dos estudos, a cadeira d’instrucção primaria para o sexo masculino da villa da Cuba d’este districto.
Foi concedida licença ao juiz de direito da comarca de Odemira, neste districto, o sr. dr. Manoel Ladislau Bentes, para estar ausente do logar pelo tempo de 30 dias.
Para parocbo da freguezia de N. S. do Bom Successo da villa do Torrão, neste bispado, foi despachado o presbytero Antonio Francisco Galfarro, e para a de N. S. de Entre as Vinhas de Mertola, o presbytero Urbano Madeira da Costa. Na thesouraria parochial de Alna Nova de S. Bento, foi provido o presbytero José Pereira Nunes.
Nos ultimos momentos de uma viagem, producção do sr. Luiz Lopes Pereira Dias da Cunha Guilherme, artista lameceme, segundo diz que se lê no numero 233 do Jornal de Vizeu, e que abre assim: «Mais uma flor cortada na haste debil, da primavera da vida; mais uma existencia viçosa e bella que a foice do desengano semeou para a terra!» encontraram-se aquelles bellissimos versos do V canto do Camões de Garrett: Rosa d’amor, rosa purpurea e bella, Quem d’entre os goivos, te esfolhou na campa? escangalhadas como se vê: Rosa! Rosa branca... Rosa purpurea e bella!! Quem d’entre os goivos Te esfolhou na campa?... E mais abaixo os dois seguintes versos dos Ciumes do Bardo de Castilho: É sempre um sonho vão esta existencia / Um sonho horrivel que se esvae na morte, emendados como se segue: É sempre um sonho vão esta existencia / Um sonho vão que se esvae na morte. Se o sr. artista lameceme continuasse as citações desacreditava completamente os dois primeiros poetas portuguezes deste século.
Recebemos e agradecemos: a Gazeta litteraria; o tomo 1.° do Conde de Camara, publicação do Jardim do Povo; o Almanach Taborda; e um opúsculo do sr. Vital Bettencourt Vasconcellos Corte Real do Canto, segundo tenente de artilheria da provincia de S. Thomé e Principe, intitulado Missionarios francezes propagadores da fé na Costa da Mina etc.
No domingo proclamaram-se nas freguezias da cidade: Antonio Marciano, com Manoela Zaiagua Canuto, solteiros; João Loureiro, com Maria Eduarda, solteiros; Antonio Loução, com Marianna Rita, solteiros; José Ignacio, com Vicencia Rita, solteiros; Francisco Gonçalves, com Felicidade Perpetua, solteiros.
O movimento d’esta freguezia no mez de setembro foi o seguinte: Baptismos—masculinos—3—femininas—2—total 5.—Óbitos—1 maior.
Noticias de Barrancos?—O nosso correspondente diz-nos em data de 28 de outubro: «Como isto se transformou em completo socego! Já não se vêem essas turbas projectando idéas terriveis, que faziam estremecer, protestando fazer victimas!... Hoje tudo permanece em paz, ordem e harmonia. Ainda, oh leitores, não sabeis a quem é devida esta metamorphose? A ninguem mais que ao sr. João Pedro de Mendonça, major graduado do exercito, dignissimo administrador do concelho de Moura, que medindo a sua capacidade com o estado das cousas, affoutou-se, de accordo com o sr. governador civil, a tomar sobre si tão ardua responsabilidade de chamar este povo á ordem... Sem para isso empregar a força, servindo-se somente da palavra e affixando editaes nos logares mais publicos, tem s. s.ª conseguido o seu fim. A palavra tem sido expressada em parallelo com a verdade, revelando o que havia de succeder no caso de ser necessario usar da força; que as consequências de um abaixo assignado que o povo tinha feito podiam ser funestas; que o seu exito, alem de ir avivar mais os ânimos da plebe, seria sepultado na influencia da lei. Os editaes annunciavam-lhe os perigos. Essas turbas nocturnas que a todas as horas e por todas as ruas se viam, dizendo «que queriam expellir o gado suino do montado do baldio» tem s. s.ª feito dispersar. O zelo, os bons desejos de s. s.ª, suas maneiras delicadas, suas affaveis expressões convenceram esta pobre gente da razão. Parabens pois ao sr. Mendonça que tão dignamente tem conseguido um fim tão desejado, desempenhando-se honrosamente de tão difficil missão. S. ex.ª o sr. governador civil sahio d’aqui no dia 17 do corrente, acompanhado de quatro soldados do 5 de cavallaria.»
O «Punch» de Londres, folha satyrica, apresentou n’um dos seus ultimos numeros uma caricatura, que tem produzido certa sensação. Um personagem de bigodes compridos, no qual se reconhece facilmente Napoleão III, conserva o santo padre suspenso por um fio sobre um abysmo; rodeiam-no «uma turba de camizas vermelhas» (garibaldinos) gritando: —Deixa-o cair! Deixa-o cair. —Não, porque se o deixasse cair de repente fazia muita bulha, quero deixal-o escorregar.
Na bolsa de Paris appareceu tambem uma caricatura, que causou bastante ruido, e a policia emprega todos os meios para descobrir o seu auctor. Representava uma balança; n’um prato estava Garibaldi, no outro o sr. de Bismarck, e no centro o imperador Napoleão; fazendo esforços para conservar o equilibrio.
Em data de 28 de passado diz-nos o nosso correspondente: «Parece incrivel, mas é uma realidade, ha 6 annos a mais que começaram os trabalhos da estrada d’esta villa a Lagos, e não estão ainda complectos. Daqui a mais algum tempo ha lanços que precisam nova reparação, mesmo porque tem pouca solidez, e mui especialmente as obras d’arte, o que provamos com factos. Está para ahi uma ponte, que abateu toda, sendo substituida por uma de madeira, donde já cahiu um carro, porque não tem condições de ponte. Algum dia quando as marés forem mais vivas, desapparecerá tambem, e ficaremos sem communicação com Lagos. Isto assim não pode continuar, muito embora transitem já algumas diligencias por tão decantada estrada, e que tão pouca segurança offerece aos viandantes. Nas outras provincias gasta-se dinheiro a mãos largas, porque nos orçamentos ha quem vele por ellas, mas esta jaz esquecida, e quasi que votada ao ostracismo por isso que se lhe regalea quanto é possivel o complemento d’uma estrada tão importante. As verbas votadas para esta grande arteria tem sido muito pequenas, e estas pode-se dizer, que são absorvidas pelo pessoal technico, porque apenas se vê aqui um operario, acolia outro. Durante o bom tempo assim tem acontecido agora como vamos a entrar no inverno, e os dias são mais pequenos, é provavel, que então admittam mais trabalhadores. Isto é o que se chama administrar bem, e com proveito as rendas do estado. Esta provincia não é das que deposita nos cofres publicos menor verba. Contribue e de boa vontade, porem é precizo que o governo, em que ella deposita confiança não descure dos seus melhoramentos, como desembaraçando a questão que tem impedido a continuação do caminho de ferro, que tem de ligar este solo com o resto do paiz, dando meios para se ultimar a estrada do littoral, e fazer a ponte sobre este rio, que jaz na mente de s. ex.ª o sr. Curvo, bem como a de Constança, e a do Douro. Assim como pedimos para nós, tambem pedimos para os outros.»
Encalhou na barra o patacho Inglêz carregado d’enxofre, que ha tempo havia encalhado n’este porto com agua aberta. Sahio de novo [ilegível], e está a fazer a descarga, porque não se acha em circumstancias de sahir.
Meio de impedir o desenvolvimento da moléstia dos batataes,—Um correspondente do J. de A. Pratica diz: «A experiencia de 12 annos me convenceu que a moléstia nas batatas é filha das chuvas e frios de maio, em que o tubérculo começa a desenvolver-se e está muito tenrinho, e por isso mudei a sementeira para o mez de abril, de 15 por diante e em terra bem surribada, ou pelo menos cavada ou lavrada bem funda; tenho em resultado, ha 5 annos, ter magnificas batatas. Este anno tive batatas que pesavam, as maiores, cada uma de 2 kilos para cima. Os meus visinhos que semearam cedo viram perder-se-lhe quasi completamente os seus batataes emquanto que eu tirava magnifico resultado dos meus.»
Em data de 30 de outubro, diz-nos o nosso correspondente: Pesos e medidas—Não desejavamos entrar na analyse minuciosa de certos successos, e muito particularmente quando elles não vem directamente ferir a nossa susceptibilidade; mas nunca será de mais esclarecer os factos para apurar a verdade e saber se ha abuso, e fundada rasão para queixa. Um fiscal de pesos e medidas do districto, veio aqui pela feira desta villa, e apprehendeu pesos e balanças, sendo aquelles do novo systema e estas de umas as raças e systemas: uns por não estarem aferidos, outras porque... não sei. Diz-se que ninguém poderá ter balanças sem as aferir! Entre as que foram apprehendidas ha algumas decimaes, de preço, e uma romana de 14:000 rs. de custo, que seu dono havia emprestado a um feirante para pesar generos que o não podiam ser de outro modo por falta de pesos na terra. Dos velhos pesos e medidas lineares sabíamos nós que existe lei para apprehensão e multa quando d’elles se faça uso, mas dos novos e das balanças, especialisando as do moderno systema e romanas, apprehendei-as... isso é que nós ignoravamos, e desejamos ser esclarecidos para que o publico tambem, o seja. (1) Tambem lá por Beja caminha isto assim, sr. redactor! (2) (1) A circular de 22 de fevereiro de 1862, expedida aos governadores civis determina: «2.°—que sejam autuados e relaxados ao poder judicial todos os vendedores que forem encontrados fazendo uso dos antigos pesos, ou mesmo aquelles que os tiverem nos seus armazens, lojas ou casas de venda, afim de serem applicadas aos contraventores as penas do artigo 456.° do codigo penal; 3.°—que nos mesmos termos se ha de proceder contra os que usarem de pesos novos não devidamente aferidos, apprehendendo-se em um e outro caso os pesos falsos e illegaes, para que tenham o destino marcado no § 4.° do citado artigo:» O referido artigo do codigo penal diz: «Será punido com um mez a um anno de prisão, e multa correspondente: III O que, usando de pesos falsos ou medidas falsas, enganar o comprador. § 2.° A simples detenção de falsos pesos ou falsas medidas, nos armazens, fabricas, casas de commercio, ou em qualquer logar em que as mercadorias estão expostas á venda será punida com a multa de mil a cinco mil reis. § 3.° Consideram-se como falsos os pesos e medidas que a lei não auctorisa. § 4.° Os objectos do crime se pertencerem ainda ao vendedor, serão perdidos a favor do estado, e bem assim serão perdidos e inutilisados os pesos e medidas falsos.» Em vista destas disposições parece-nos que não ha abuso, no que praticou o fiscal da inspecção de pesos e medidas deste districto. (2) O anno passado vieram aqui dois empregados da inspecção geral de pesos e medidas, e apprehenderam não só os pesos e medidas do antigo systema, mas os do novo que não estavam devidamente aferidos.
O município de Mertola soffre sensível desfalque na cobrança de seus rendimentos ordinários. Circunstancias imprevistas lhe transtornam o regular andamento de suas cousas. No numero precedente fallámos, devidamente, da renda da barca do Pomarão; opportunamente te esclareceremos melhor esse negocio; — hoje duas palavras sobre derramas: Os empregados da empreza de S. Domingos foram collectados em contribuição municipal dos annos de 1865 e de 1866 segundo os ordenados que percebem «art. 144 do codigo administrativo e nota n.° 2 do mesmo art. na proporção de seus haveres.» Os collectados reclamaram em tempo á camara allegando desigualdade na base e por isso excesso na verba lançada, e invocaram a protecção do artigo 139 do mesmo codigo que manda lançar sobre a decima. A camara indeferiu o requerimento. Os reclamantes recorreram para o conselho de districto e obtiveram accordão favoravel. A camara porem interpoz recurso para o conselho de estado aonde se conserva ha mais de um anno sem solução. Assim os expostos, os empregados municipaes, e tudo quanto a municipalidade abrange resentem-se da falta de fundos.
Esteve n’esta villa visitando a conservatória, o sr. delegado do procurador regio da comarca de Almodavor.
Deu entrada na cadeia d’esta villa no dia 24 do corrente o famigerado Pedro Lopes, hespanhol, residente na Corte do Pinto—aquelle que ha pouco disparou tiros sobre os empregados da fiscalisação junto á ribeira de Chança, ferindo tres. Sabe-se que foi um dos companheiros do celebre medico hespanhol D. Antonio Vera commandante da guerrilha que assaltou Ensinassola. Diz-se que este homem tem na Hespanha dois ou tres crimes de morte, e que o seu nome é lá muito conhecido, e apreciada a sua captura. A prisão effectuou-se da maneira seguinte: Na noite de 23 para 24, pela uma hora, partiram de S. Domingos 10 soldados, um cabo e um furriel do destacamento alli estacionado, e 5 empregados da fiscalisação; foram collocar-se n’um mato por onde sabiam, por delação, que havia de passar o Pedro Lopes para uma sementeira que fazia. Ali emboscados esperaram até ás 7 horas da manhã, hora a que effectivamente passou o heroe com um filho quasi homem, que dizem era a vedeta de atalaya em quanto o pae lavrava. Os emboscados, quando viram o bandido, ao toque de apito do chefe, levantaram-se e correram precipitadamente para elle com as armas engatilhadas, fazendo assim succumbir o homem destemido, o criminoso intrepido, capaz de morrer matando mas de nunca se entregar! Levava espingarda e cartucheira com 23 cartuxos com balla. Aos esforços do digno administrador d’este concelho o sr. dr. Batalha se deve tão importante como precisa captura.
Os mesmos empregados da fiscalisação, que conduziram Pedro Lopes á prisão, quando regressavam para S. Domingos encontraram no monte dos Corvos um filho de Manoel Dionisio, implicado tambem nos ferimentos de Chança; capturaram-no e voltaram com elle para Mertola aonde ficou tambem na cadeia.
Deu entrada na cadeia d’esta villa, no mesmo dia, um individuo de S. Domingos por dar 4 facadas n’outro.
Foi presa um d’estes dias uma mulher d’esta villa porque roubara uma libra a uma visinha.
Diz-nos pessoa bem informada, que um lavradorzinho da freguezia de S. Marcos da Alaboeira, concelho de Castro, rendeiro do sr. Francisco de Borges, d’aquella aldeia, sahio um dia de sua casa á procura de trigo emprestado ou fiado, para comer e semear; cançado porem o infeliz de supplicar a muitas pessoas de seu conhecimento, só lhe faltava ir a casa do seu senhorio; foi, mas nada obteve. Caminhou então d’ali a uma ribeira e deitando-se a um pego afogou-se. S. G.
Terça feira á noite, 50 homens atacaram a guarda do Capitólio; os assaltantes foram dispersos, e a tranquillidade restabelecida. Garibaldi não foi preso em Foligno, e provavelmente entrou nos estados pontificios. Cialdini experimenta difficuldades na formação do gabinete, é possivel a formação de um gabinete da esquerda.
O Moniteur francez diz, que em consequencia das novas tentativas dos revolucionários de evadirem o território pontifício, o imperador revogou a ordem primitiva de suspender a partida das tropas reunidas em Toulon.
Ainda não se acha constituido o ministerio italiano; Garibaldi acha-se em Monterotondo.
O Jornal de Roma diz o seguinte: Viterbo atacada em seis pontos por cerca de 800 garibaldinos repelliu o assalto pondo-os em fuga. Garibaldi com dois filhos está em Sodriella á frente de fortissimo bando. Em S. Loureço, Nîçôlera com outra. Em Acquapendente e Aolsena entraram outros bandos. De Orvieto e da Cana entram sempre novos bandos sem acharem difficuldade na fronteira italiana.
Ministerio formado por Menabrea. Diz-se que as tropas italianas passarão a fronteira.
Presidência e estrangeiros Menabrea—reino, Gualterio—guerra, Bertolli Viale—obras publicas, Cantelli—fazenda, Cambray Digny—justiça, Mari. Proclamação do rei reprovando os actos praticados pelos garibridinos. Firme proposito de reprimir a revolução. Continua a maior excitação no paiz. Precauções militares.
Uma proclamação de Victor Manuel convida a Italia a respeitar os compromissos feitos, e que quando a ordem se restabelecer o governo italiano combinará com a França sobre a solução da questão romana.
Garibaldi com 5:000 homens atacou Monterotondo, que foram repellidos em dois assaltos pelos pontificios. O «Moniteur» diz que a partida da esquadra não sendo um acto hostil á Italia espera que não perturbará as relações amigareis.
A esquadra couraçada partiu hoje ás 6 horas da manhã, e a cada momento estão embarcando transportes carregados de tropas.
Menabrea constituiu o ministerio italiano: Garibaldi deixando Monterotondo marcha sobre Roma.
Madrid, 29,—As camaras francezas estão convocadas para o dia 18 de novembro. Foi publicada uma circular ao corpo diplomatico em que se expõe o fim da intervenção franceza. Logo que o território pontifício esteja livre, a missão da França terá sido preenchida, porque a sua idéa não é hostil á Italia. A circular conclue chamando a attenção das potencias catholicas sobre a situação da santa sé para se combinar sobre a solução da questão de Roma.
Corre o boato que Garibaldi se acha diante de Roma: a reunião provável das camaras é para 15 de novembro.
Partiu a segunda esquadra: e a primeira já chegou a Civita Vecchia.
Os jornaes não teem informações de despacho algum de Roma desde hontem de manhã. A esquadra foi retardada pelo mau tempo. O desembarque em Civita-Vecchia começou na manhã de hoje.
Não ha noticias dos insurgentes: o caminho de ferro está cortado em Orbelto e Civita-Vecchia.
O Interpido partiu levando a brigada Duplmis, a sexta de caçadores e artilheria chegam tambem. Numerosos trens são esperados ámanhã.
Não ha noticias de Roma desde hontem.
O «Moniteur» publica um despacho de Florença de 30, á tarde, em que se diz, que, na conformidade da ordem real, as tropas italianas atravessaram as fronteiras pontificias e occuparam Orle, Acquapendente e Fmrione. O quartel general de Garibaldi estava hontem em S. Colombo, e os postos avançados a duas milhas e meia de Roma.
A «Gazeta da Cruz» desmente haver mr. Guita dito que a Prússia não intervirá na Italia.
Na local intitulada versos estragados, na linha 3.ª, onde se lê viagem lea-se virgem.